quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

O Chapéu com flores

                  

        Era uma menina que tinha um CHAPÉU COM FLORES, tinha a inocência estampada nos olhos, a alegria nas bochechas e o sorriso nos lábios.
     A s abelhinhas quando ela passa, querem poisar no chapéu, e as borboletas esvoaçam à sua volta.
Ela é feliz, e sente-se bonita, e contente lá vai, com o seu cãozinho ao colo, de vez enquanto, pula salta e até corre. As flores saltitam, mas não caiem, pois a foi a avozinha, que lhe pregou as flores no chapéu.
    A menina chega ao jardim, e os amigos vêm todos a correr ter com ela, larga o cão e começam as brincadeiras, o vento derruba-lhe o chapéu, que fica plantado na relva.
    Brincaram toda a tarde. A menina foi a correr para casa, com a inocência nos olhos, a alegria nas bochechas, o sorriso, nos lábios e o chapéu, esse lá ficou plantado no relvado.

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       Xtórias da Carmita/junho 2009











sábado, 23 de janeiro de 2016

A Joaninha

     

     Uma vez a Carmita foi à horta, e encontrou uma joaninha, que voava, entre as couves e as alfaces, quando se aproximou a bichinha saltou, devagar Carmita, pôs-se de joelhos e começou a falar, perguntando-lhe se a joaninha não se lembrava dela, desconfiada, respondeu que sim, mas estava um pouco assustada e baralhada.
     A menina explicou, que era filha do sr. João o dono da horta. Com um sorriso a joaninha lembrou-se, a Carmita era a menina, que sempre que o pai regava, ela descalçava-se e chapinhava nas regadeiras.
    Eu sei que te assusto disse-lhe, mas não é por mal, eu sou grande e tu és pequenina. És pequenina mas muito bonita, essas pintinhas ficam-te muito bem. Também gostava de voar como tu, ir para todo o lado ao sabor do vento,
és livre vais para onde queres. Olha Carmita não é bem assim , eu tenho muitos inimigos desde insectos a pássaros eu sei lá, eles querem-me comer.
    Carmita  não queria acreditar que a vida fosse tão madrasta, de boca aberta a menina começou a pensar qual era a melhor maneira de a joaninha se salvar. Fechou a boca deu uma palmada na testa e disse achei, joaninha olhou-a apalermada, mas Carmita disse que ficasse tranquila tinha só de ter cuidado e em vez de andar por cima das hortaliças, teria que come-las por baixo e estar sempre atenta aos perigos.
   A menina despediu-se até amanhã,  não te esqueças joaninha sempre alerta e viverás feliz.
Joaninha ainda respondeu, não te esqueças de me procurar por baixo das couves.




                           carmita/Nov/09

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O Caracol



      Uma vez a Carmita , foi passear ao campo, e encontrou um caracol, que trazia a sua casa às costas, Carmita riu-se e ele pôs os pauzinhos de fora.
     A menina perguntou como ele se chamava, ele disse que era Zé, mas chamavam-lhe Zézito.
Carmita riu-se e perguntou onde ele ia, ao que ele respondeu, que ia comer umas folhas fresquinhas ao mesmo tempo ia passear.
O caracol Zézito, explicou que quando chovia, ele escondia-se dentro da casota, mas assim que o sol brilhava, ele ia logo comer pois estava tudo mais fresquinho como ele gostava.
     Era uma vida de encantar disse Carmita, perguntando se valia a pena ele ir passear, pois ele andava muito de vagar, o caracol piscou-lhe o olho e respondeu devar se vai ao longe.
     A menina, encolheu os ombros, sorrindo, e disse-lhe que ele era encantador e todos deviam de gostar muito dele.
     Era verdade todos gostavam muito dele, mas ele tinha de ter cuidado, e a passear, mas tinha de ter muito cuidado e ia sempre que possível escondido. Gostar dele todos gostavam, mas alguns de preferência no prato. Carmita  ficou em lágrimas, baixou-se, deu-lhe um beijinho, animou-o, e pediu-lhe para estar sempre em alerta, como um soldado, e sorrindo disse vai, vai caracol, como tu dizes devagar se vai ao longe, e eu vou contigo pois não tenho pressa de chegar.



                      Xtorias da carmita

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O Caracol, a Joaninha e a Minhoca


    Uma vez, o caracol, a joaninha e minhoca, encontraram-se na horta do sr JOÃO ,juntaram-se e como eram amigos foram falando das suas vidas.
Conversa para aqui, conversa para ali, e todos comentaram, que já há muito tempo não viam a amiga Carmita.
    Era verdade, e ficaram os três muito pensativos, o que lhe teria acontecido, estaria doente, todos deram a sua e varias opiniões, sobretudo a falta que ela lhes fazia, pelas suas risadas, e as suas brincadeiras, quando o pai JOÃO regava e ela xapinhava na água toda feliz.
    De repente a joaninha começou a rir, e com um ar maroto, olhou os amigos, eles não percebiam nada, até que a joaninha lhes explicou, ela devia de estar na escola já era Outono, era verdade confirmaram os outros.
   O caracol até comentou que ela queria ser médica dos animais, porque gostava muito deles. A minhoca disse logo para isso ela tinha que estudar muito, e de certeza que ela viria no fim de semana vê-los.


  Para relaxar decidiram ir comer umas folhinhas, pois estas preocupações com a Carmita, tinham-lhes dado uma fome sem tamanho.

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Xtorias da carmita Nov/09



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A Princesinha de sanfins

A PRINCESINHA DE SANFINS

Era uma vez uma princesinha que se chamava Ísis. Todos os anos, no verão ia com a sua família passar férias, a Sanfins do Douro, .uma terra de gentes de paz, e hospitaleira.
Assim que chegava, procurava instalar-se no melhor canto da casa, ou seja no sitio mais sossegado, sem confusão do entra e sai das visitas, e do reboliço de uma casa de férias.
O stress da viagem de carro, deixava-a de rastos, nos primeiros dias era só descansar, pelo contrário a sua família, era um entra e sai, sem parar.
Escusado será dizer que assim que eles saiam ela deitava-se na sua caminha e dormia, e dormia…
Do seu canto, ela ouvia as coisas mais incríveis, era a Toninha e as suas histórias infindáveis, sobre o passado vivido em Sanfins.
No seu canto Ísis suspirava, encolhia os ombros e até parece que sorria.
Quando estavam lá os pais do João, para passarem um fim de semana, era de morrer a rir, pois o Sr. Tininho, e D. Toninha animavam os serões com as suas anedotas reais e inventadas. O Sr. António devido à sua doença, ouvia tudo com muita atenção. O João e a Catarina namoravam e D. Carmita ria às bandeiras despregadas.
Do seu canto especial, a princesinha era atormentada, com o barulho dos foguetes, dos bombos, das fanfarras. Eram as festas populares e o povo adorava. Vinham do estrangeiro, filhos da terra que saíram à anos para outros países à procura de uma vida melhor, e voltavam nesta altura para festejar, em  honra de Nossa senhora da Piedade.
A certa altura a princesinha Ísis começava, a sentir saudades da sua casa de Lisboa, o seu 5º. Andar era mais tranquilo.
Ísis era a única na família, uma gata cinzenta e branca, e onde quer que estivesse, era o charme, que nem todas as criaturas conseguiam ter. Era preciso ter berço, e o de Ísis era um berço de Gata com postura de Rainha.



segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Carlota, o chapéu de chuva, as flores e os corações





Mila Marquis:

        Era uma vez uma menina, que se chamava Carlota. Estava um dia azul e a menina foi passear, ao campo. A mãe viu-a sair de casa, e disse à Carlota olha que vai chover, a menina sorriu,  continuou mas a mãe que era muito cuidadosa, deu-lhe o chapéu de chuva para a mão e recomendou-lhe que não o perdesse. Carlota lá seguiu o seu destino toda vaidosa com chapéu de chuva na mão. Ia tão feliz e sorridente, quando se apercebeu  que qualquer coisa lhe batia na cara. Ficou perplexa, pois em vez de chuva, no seu chapéu de chuva às riscas vermelhas, caiam flores de todas  as cores, e corações vermelhos.
      Ter razão a  mãe tinha, esta chuva de verão era uma chuva de amores e ternuras, e isto fez com que Carlota continuasse, saltitante,  risonha, e a cantar: -Fui ao jardim da celeste, giró flé, giro flá.....





                          Carmita/Jan/2016