
Eram outros tempos, de muita felicidade. Aí ia ela mais os seus meninos, ao jardim dos passarinhos, à praia do peixe ver o peixe a chegar e a azafame dos pescadores, e ela lá ia explicando o que cada um fazia o mais velho entendia o mais pequeno ouvia e ia fixando cada palavra. O tempo passou e hoje tudo está diferente. Dª Carmita esá velhota, e vai cada dia recordando com amor o tempo passado, não com saudade, mas com amor.
Carmita/Julho/2019
Desde muito bebe que a avó dizia Nanan os livros não se mandam para o
chão, aos poucos começou a entender, mas os livros iam sempre lá parar, e
vinha a mesma conversa os livros são importantes e não se mandam para o
chão. Mais crescidinho, era sempre o mesmo, então decidiu pôr os
livros no chão agarrou a mantinha e acabou por adormecer. Todos
comentaram o assunto, acharam graça e a "chata" da Avó Carmita não disse
nada mas fartou-se de rir e quase pensou se Maomé não....vem a montanha
a Maomé.
Quando todos os dias eu agradeço, a força que me ajuda a ter-te nos meus braços, é assim que me sinto ou fico: -O coração elevado, ao mesmo tempo eu sinto-me suspensa e agradecida.
Era tão triste, que vagueava pela cidade à procura do porquê de tanta tristeza.